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Há algum tempo essa nóticia é esperanda, e segundo o jornal correio popular, direto de Brasília, dá furo de notícia. Em uma das cinco audiências que Roseana teve ontem em Brasília, uma foi com o Ministro Fernando Haddad. Ela mostrou Imperatriz como uma cidade de duzentos e cinquenta mil habitantes, porém utilizadas por mais cem mil que vem de todas as cidades vizinhas, inclusive de outros Estados. Todas essas pessoas se utilizam de Imperatriz, principalmente no que tange à saúde. A Governadora falou a respeito da ansiedade de todo o povo imperatrizense por uma faculdade de medicina, reivindicando-a para o campus da UFMA.

Disse mais, alertou que em Imperatriz começará a ser construído um grande hospital de alta complexidade e ao seus redores serão entregues várias unidades de saúde de 20 leitos, portanto, a demanda de profissionais dessa área será enorme. O ministro garantiu que até o mês de Junho desse ano anunciará a data para a abertura do curso em Imperatriz, acrescentou mais, que ainda atendendo pedido da Governadora Roseana, entregará para o Maranhão mais seis unidades do IFMA. Essa foi uma grande vitória desse governo.

A noticia é boa e  animadora, pois, agora teremos realmente uma faculdade de Medicina em nossa cidade. a pergunta que logo me vem a cabeça é se realmente esse curso vai ser bem estruturado, ou chegando aqui os equipamentos serão novos, ou os novos irão para São Luis e o Velhos virão pra cá. De exemplo temos o curso de Medicina Veterinaria aqui na UEMA de Imperatriz, que está com sua última turma por falta de estrutura para a mesma. Bem é uma comparação, porque o curso é custeado pelo ditadura  governo Sarney. Levando ao ponto que a Universidade questão seja a UFMA e obviamente é Federal, não tira o fato dos recursos federais passarem nas mão dos governantes estaduais. mas fica sempre o receio por conhecer muito bem o ditadura  governo Sarney e se acadêmico do curso de Historia na UEMA. 
O Deputado Domingos Dutra (PT/MA) foi ao plenário da Câmara para falar sobre o as denúncias de fraudes na eleição para a reitoria da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). De acordo com o parlamentar, a UEMA é a única no seguimento de natureza pública do Maranhão – Estado com cerca de 6 milhões de habitantes e 217 Municípios. “A Universidade tem mais de 30 mil estudantes estão espalhados em 31 campi que, infelizmente, sempre foi utilizada para fins meramente políticos”, destacou o Parlamentar.
Segundo o Deputado, a Universidade estendeu seus cursos a outros campi, mas não criou estruturas necessárias para prestar um bom ensino aos estudantes. “Hoje os núcleos de extensão da UEMA estão falidos e sem biblioteca. A maioria dos professores é por contratados temporários – não têm estabilidade, segurança jurídica e autonomia para desenvolver uma política educacional eficiente e independente”, denunciou o Parlamentar.
De acordo com informações, cerca de 400 professores contratados (que não têm direito ao voto) participaram das eleições para reeleger o reitor José Augusto. Várias denúncias foram registradas em atas de urnas durante o pleito, no entanto, a Comissão Eleitoral se negou em divulgar a listagem com o número e nome dos votantes. Após o caso ser comunicado à Justiça, a listagem foi depositada em juízo, porém, ao confrontar a listas de votação com a lista depositada os dados não bateram.
“Ainda hoje a eleição da UEMA está sub judice. O atual Reitor foi reeleito ou ‘trieleito’ sob contestação, pois, de acordo com o estatuto da Universidade, é permitida apenas uma reeleição. Resultado: liminares para lá, liminares para cá; liminares pela manhã; liminar que derruba liminar durante a noite”, explicou o Deputado Domingos Dutra ao lamentar que esse fato viola a democracia e impede investimentos.
Para sanar o problema, Domingos Dutra solicitou que o Poder Judiciário decida de forma célere quem deve continuar na direção da UEMA para que não haja problemas durante o ano letivo ao acadêmico. “É preciso que o Governo do Estado faça investimento maciço, que cumpra a Constituição Estadual, no sentido de garantir autonomia financeira, funcional e administrativa à UEMA para estender seus campi”, destacou o Deputado.
“É impossível que um Estado se desenvolva com o nível da educação básica e superior que temos”, concluiu o Deputado Domingos Dutra do alto da tribuna.


As delegacias de Pedreiras, Presidente Dutra e Barra do Corda, aprovaram por unanimidade o indicativo de greve, apresentado e debatido neste final de semana sob a coordenação do presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro e do diretor da secretaria dos Servidores Técnicos e Apoio, Carlos Mafra.
De acordo com informação de Júlio Pinheiro, os trabalhadores presentes decidiram não iniciar o ano letivo, caso o governo não mude o seu posicionamento, com relação à aprovação imediata e posterior implantação do Estatuto do Educador.
Temas relevantes


Ainda de acordo com o presidente, na oportunidade, outros temas relevantes foram tratados na assembléia. Ele cita como exemplo, aulas aos sábados e perseguição de gestores regionais quanto à faltas atribuídas ao educador que opte por não dar aula no final de semana e ameaças àqueles que não conjugam da política da regional de educação.
Pinheiro exemplifica o caso da paralisação de 144 horas, realizada recentemente pelo SINPROESEMMA e que em Barra do Corda, o gestor descontou dois dias de trabalho mesmo quando os trabalhadores repuseram aos sábados, como costumeiramente acontece. “Vamos cobrar a reposição do dinheiro, já q foi cumprido o calendário do ano letivo”, ressaltou o presidente da entidade.
Desconto na folha
Ele disse que mesmo quando os professores repõem às aulas, o desconto aparece na folha, “o que é inadmissível”, fala categórico, ao tempo que alega ser este tipo de tratamento uma afronta. “Não admitimos ameaças e retaliações por parte dos gestores estaduais”.


Além das regionais citadas acima, outras como: Bacabal, Balsas, Pedreiras, Presidente Dutra, Viana, Zé Doca, Barra do Corda, Pinheiro e Chapadinha, também aprovaram a greve em todo o Estado, a partir do dia primeiro de março.
Apesar da direção já ter ouvido os trabalhadores de diversas regionais, o que decidirá pela greve geral são as assembléias de São Luis que ocorrerá no próximo dia 23, às 9h, na Fetaema, e em Imperatriz, dia 26.



O Imparcial
Chegou para nos por e-mail uma nota enviada por estudantes da UEMA, uma nota de repudio em relação a atual gestão do CAHis (Centro Acadêmico de História) aqui em Imperatriz. Segundo eles, essa nota foi impressa e colada nos murais da Universidade, porém, os integrantes do CAHis retiram com ignorância, e até mesmo de mãos de alunos que queriam ler tal nota.
Vamos ao e-mail:


ACREDITO QUE NÃO HÁ MAIS ESPAÇO PARA ENGANAÇÕES OU ENROLAÇÕES DENTRO DA UNIVERSDADE ESTADUAL DO MARANHÃO, ABRAMOS NOSSOS OLHOS E ERGAMOS NOSSA CABEÇA AO OSTRACISMO ESTUDANTIL, FAÇA A DIFERENÇA OU VIVA COMO UM ZUMBI PARA O RESTO DE SUA VIDA... VOCÊ DECIDE!


Destino: a quem a carapuça servir
Após uma breve disputa em fins do ano passado, a nova gestão do Centro Acadêmico de História fora empossada. Seus projetos apresentados foram de enorme interesse para os acadêmicos. Estamos com cinco meses de nova gestão e o que se vê, é que mais uma vez o centro acadêmico torna-se promoter de eventos, deixando de lado as questões políticas mais graves. As discussões, debates e iniciativas de mobilização estudantil prometidas durante as campanhas de C.A até agora não apareceram, nada de participação da comunidade, nada de “assembléias que conscientizem sobre a importância das assembléias”, enfim. Alem da exclusão da turma do primeiro período da importância do C.A. e suas competências e atividades. Como pôde ser visto em uma das reuniões que antecederam as eleições do ano passado, integrantes mostraram o apoio à antiga gestão, que pela experiência histórica não fez praticamente nada e ainda trouxe consigo uma “síndrome de atlas”, que por sinal foi deixada de herança para a nova gestão, que na metade do caminho já se acham dispersos e cada um “segura o mundo”. Na última assembléia, foram decididas ações “democráticas”, mas o que se vê é novamente a exclusão, para as atividades, Prioridade a Pesquisadores? Prioridade por si só é um sarro tirado da cara do estudante. Fora que as inscrições para as atividades do CAHis só funcionam pela noite, sendo que o curso funciona em dois turnos. Excluir o período matutino das decisões, não impedirá os alunos de reivindicarem suas necessidades, lamento vos avisar CAHis.Não há comunicação, onde estão os representantes? E a clareza de informações? Eventos divulgados por folhetos nos murais, sem data de inscrição. Onde ficou perdida a organização deste órgão estudantil? Quando vamos procurar os integrantes, a bola é sempre chutada a outra pessoa, não se sabe mais a quem recorrer, o próprio coordenador do CAHis nunca está presente na universidade, e só aparece em casos extremos de assembléias, então isso nos deixa uma brecha para acreditar que o centro acadêmico também só funciona nas devidas assembléias. O que quero com esta nota é que os estudantes acordem dessa apatia, começando por nós mesmos, e que levantem questões tão importantes quanto às atividades propostas e deixem as picuinhas de lado. Não é hora para levantar os sentimentos pessoais de “não gosto dele por causa disso e disso...”. É hora de olhar pro teto da UEMA e ver que ele ta caindo aos pedaços, que estamos completando dois anos de construção do novo pavilhão e que não há previsão pra conclusão, que estamos praticamente sem professores, que temos hieróglifos ao invés de livros, de coleguismo e apartheid na hora de conseguir bolsas de estudos, e estamos sempre deslocando a culpa para o sistema, quando parte da culpa é nossa. Então acorda juventude, futuros professores, senão formaremos pessoas mesquinhas, quando nós mesmos falamos tanto de política, de melhorias, de que adianta discutir isso enquanto estudantes, e enquanto formadores de opinião estamos apenas reproduzindo o que fizeram conosco?!?!?!

ACADÊMICOS DE HISTÓRIA:
 Pedro Cortez Morais
Beatriz Costa
Luanna Leite
Ívila Renata
Thaís Guimarães


Se aproxima da primeira hora deste sábado, 11, acabo de chegar do Cesi-Uema onde acompanhei pari passu a apuração dos votos para Diretor do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz-UEMA que encerrou agora há pouco tendo como resultado, uma vitória tranquila do atual diretor Antonio Expedito Barroso que obteve 76,9% dos votos válidos.



RESULTADO FINAL:
Valmir de Lima: 9,88 %
ANTONIO EXPEDITO BARROSO: 76,9% Paulo Henrique de Aragão Catu: 28,6%
Elizabeth Nunes Fernandes: 14,71%%)
Siney Ferraz: 21,85%%


OBS: No calculo final, leva-se em conta o peso dos votos (docente: 70%;discente: 15% e servidor: 15%) e o fato de que cada votante tem direito a três opções.

Veja os números em detalhes:
VOTOS DOS PROFESSORES:
Total votante: 112


Valmir de Lima: 13 votos (7,98%)
ANTONIO EXPEDITO BARROSO: 84 votos ( 51,57)
Paulo Henrique de Aragão Catu: 37 votos ( 22,45%)
Elizabeth Nunes Fernandes: 21 votos (12, 89%)
Siney Ferraz: 26 votos (15,96%)


OBS: levando em conta os votos em separado e a somatória geral, BARROSO obteve 75,44% dos votos dos professores.
VOTO DOS SERVIDORES:
Total votantes: 23 (destes 18 votaram em separado e devem ter a validade do voto avaliado por São Luís)


Valmir de Lima: 0 votos
ANTONIO EXPEDITO BARROSO: 21 votos
Paulo Henrique de Aragão Catu: 2 votos
Elizabeth Nunes Fernandes: 1 voto
Siney Ferraz: 1 voto


OBS: Levando em conta os votos já validados e os em separado, BARROSO obteve 95,45% dos votos dos servidores.
VOTO DOS ESTUDANTES
Total votante: 472


Valmir de Lima: 60 votos
ANTONIO EXPEDITO BARROSO: 303 votos Paulo Henrique de Aragão Catu: 148 votos
Elizabeth Nunes Fernandes: 34 votos
Siney Ferraz: 99 votos


OBS: EXPEDITO obteve 65,7% dos votos estudantis.
Do Blog do Carlos Hermes
Por Jhonny Santos*

Quando entrei no Centro de Estudos Superiores de Imperatriz da Universidade Estadual do Maranhão no ano de 2004, percebi o descaso e a forma intolerante e agressiva como os alunos eram tratados em todas as instancias. Desde a reitoria até as chefias de departamento, o autoritarismo era a marca registrada na UEMA. Criticar, reclamar e protestar eram coisas de outro mundo.

Os que faziam parte do Movimento Estudantil eram taxados de baderneiros, gays ou maconheiros. Essas injurias não me preocupava muito, o que me preocupava era forma tacanha e preconceituosa como nós éramos tratados. Se por um lado nós reclamávamos melhores condições de ensino, pesquisa e extensão, por outro prevalecia o silêncio.

Este silêncio era desejado pelos que ocupavam os cargos de chefias nessa universidade. Zelar pelo silêncio e comodismo na UEMA era o dever dos membros dessa rede corruptível. O pior de tudo é que essa rede era grande.

Do reitor que se elegeu a deputado, do chefe de departamento que se perpetuava sem eleição, do processo seletivo de cartas marcadas, dos cursos privados na universidade pública, dos TIDES que trabalhavam nas particulares, dos professores que não apareciam, dos alunos que se vendiam. Uma infinidade de elementos que se entrelaçavam e faziam da UEMA um espaço de tramóias e não de uma verdadeira universidade pública.

Lembro de como bolsa de iniciação cientifica era algo raro e quem tinha, no máximo 5 a 8 alunos, podia se considerar um abençoado.

Lutar contra os descalabros da UEMA não era fácil, eu mesmo recebi uns três processos juntamente com outros companheiros que não aceitavam esses desvios de finalidade. Mas fomos pra linha de frente, por acreditar que poderíamos mudar essa realidade.

Essa realidade começa a se desconfigurar com a eleição para reitor no ano de 2006. No I Encontro de Movimento Estudantil em Imperatriz lançamos o professor Juca candidato de uma classe a reitor da UEMA tendo como vice a professora Célia Pires. O DCE de Imperatriz levanta essa bandeira. No começo parecia loucura. Recurso financeiro era nosso maior problema. Mas o desejo de mudança e a militância era nossa principal força.

Ouvi por diversas vezes, gestos e falas preconceituosa. Contudo, conseguimos ficar em segundo lugar. Assustamos a corrente corrupta e atrasada da UEMA. Uma das grandes vitórias do grupo que defendia a eleição de Juca conseguiu fazer com que o PQD, na época, pago, se tornasse gratuito. Retomamos o debate da Autonomia dos Centros.

As bandeiras que embalaram a campanha de Juca foram fundamentais para a vitória dos professores Gusmão no CCA e de Expedito no CESI. Ambos sempre estiveram afinados com a proposta de uma UEMA livre e sem dependência política, entendendo que o papel da universidade é produzir ciência.

Acompanhei de perto os 4 anos de gestão do professor Expedito. O diálogo é sua principal característica. Seu academicismo e companheirismo podem ser percebidos no dia-a-dia de quem convive ou tem um contato rápido com ele.

Agora, em 2010, respaldado na honestidade, na autonomia e coerência política, o professor Expedito Barroso é novamente candidato a direção do CESI/UEMA. Infelizmente não posso mais votar, mas, peço a tod@s, professores, servidores administrativos e alunos que não regridam, que não desfaçam esse projeto em construção conquistado com tanto esforço e dedicação pelos que já passaram pelo CESI/UEMA.

Finalizo, reforçando não apenas um pedido de voto ao professor Expedito, mas que fiquem alerta a qualquer manobra traiçoeira por parte dos que querem o atraso da universidade entregado-a a iniciativa privada e reconectando a rede corruptível que ainda existe na UEMA.

*Jhonny Santos é Mestrando em Desenvolvimento Sócioespacial e Regional/UEMA
O presidente em exercício do Tribunal de Justiça, desembargador Bayma Araújo, cassou ontem liminar da juíza Luiza Madeiro Neponucena (1ª Vara da Fazenda Pública), do final de novembro, suspendendo a candidatura do reitor da Uema, José Augusto Oliveira, e do seu vice, Gustavo Pereira da Costa.


Com essa decisão, a lista tríplice encabeçada pelo próprio reitor deve ser composta amanhã para ser encaminhada à governadora Roseana Sarney (PMDB). Roseana tem dito que nomeará o mais votado na eleição, no caso José Augusto. Em segundo ficou o professor José Gomes e em terceiro José Belo Salgado Neto.


A decisão da juiza já havia sido cassada pela desembargadora Nelma Sarney. Na sequência, a também desembargadora Maria das Graças Duarte cassou a decisão da colega, mantendo a sentença da juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública, além de determinar a suspensão da eleição até o julgamento do mérito da questão. Essa decisão não foi cumprida porque a comissão eleitoral computou os votos do reitor. Por conta disso, Graça Duarte convocou José Augusto a prestar esclarecimentos ao tribunal.


Bayma Araújo confirmou agora há pouco ao blog a decisão favorável ao reitor. “Se o conselho (universitário) diz que ele pode concorrer, como é que eu vou dizer não? Se a pessoa tem direito, eu tenho de dar, não tem como (fazer o contrário)”, disse o presidente em exercício do TJ.
Segundo o desembargador, “o formalismo nunca pode suplantar o direito porque seria, antes de tudo, uma injustiça irreparável”. “É como o sujeito que mata uma pessoa e diz que não pode ser preso por uma falha processual”, comparou.

Expedito Barroso é o atual diretor que corresponde à gestão entre 2007 e 2010, sendo o resultado concreto de um projeto coletivo entre professores, alunos e servidores, tendo apresentado consideráveis avanços na democracia universitária como um todo.
O Centro de Estudos Superiores de Imperatriz no inicio de sua gestão possuía apenas 06 bolsas de Iniciação científica sendo que nos últimos anos a média saltou para 20 bolsas de iniciação cientifica. De apenas 12 trabalhos que eram publicados por ano, hoje são em pelo menos 36 trabalhos de publicação nas revistas de ciência de todo o Brasil.
Pela primeira vez o Cesi/Uema articulou emendas de Dep. Federais. Só o então Dep. Sebastião Madeira viabilizou R$ 450.000,00, para aquisição de computadores, notebooks, data-shows, equipamentos de laboratório, carteiras escolares, microscópios.
Além disso, cumpre lembrar também a completa pacificação entre setores da universidade que antes não tinham nenhum dialogo entre si, disputando os parcos recursos entre os interesses individuais de um ou outro gestor. Democracia universitária se faz assim: colocando o que se tem para o limpo e discutindo com todos (as) de igual para igual.
Criando uma ampla articulação positiva com sociedade imperatrizense, classe política e empresarial e movimentos sociais, Prof. Expedito é portanto um nome credenciado para estar mais quatro anos a frente do Cesi/Uema. A dobradinha da chapa é com o Prof. do Departamento de Historia e Geografia, Prof, Siney Ferraz, na foto de óculos, ao lado do cabeludo Prof. Expedito.

Do Blog do Carlos Leen
Viva "Jesus Cristo", como ele é conhecido por lá!
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